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domingo, 28 de agosto de 2011

O SUCESSO CONSISTE EM NÃO FAZER INIMIGOS

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Max Gehringer
Regra número 1:


Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:


A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:


Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.
Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é!

A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.


Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho;
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!


Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória.

"Na natureza não existem recompensas nem castigos.
Existem consequências."

AGRADECIMENTO

Boa tarde,

Quero agradecer a todos que compareceram ao bate-papo sobre a Longevidade.
Foi uma ótima tarde e com a grande presença dos jovens escoteiros.
A participação do jovem na discussão, foi excelente. Pois, "a criança de ontem, é o adulto de hoje e será o idoso de amanhã". E dessa forma, eles refletiram sobre que idoso eles querem se tornar, porque tudo são consequências de decisões e atos.
"Nosso trabalho é uma gota no oceano, mas sem essa gota o oceano seria menor" Madre Teresa de Calcutá.
Àqueles que não puderam ir, em breve teremos mais uma palestra, com outra temática.
Muito obrigada e tenham uma ótima semana.

Cristiane Moura
Psicopedagoga

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Perseverança do Ipê


Atenção Pedestres e Motoristas!!


Dono de cadela paraplégica no Ceará desenvolve cadeira de rodas adaptada




Bom dia Amigos, 
Vejam que linda noticia para iniciar a semana. 
Sempre devemos lutar pelo que queremos. 
Jamais desistir.
Ás vezes parar  para respirar, tomar folego e 
continuar.
Grande Abraço, 
Cristiane Moura
Psicopedagoga 



Acessem o link, para ver a foto dessa cadela vitoriosa.

Publicado em 11/08/2011

Na cidade do Crato, que fica a 504 km de Fortaleza, um latido empolgado nas ruas vem chamando a atenção. O som é da cadela Paquita, de aproximadamente 12 anos, que recebeu um presente do dono, José Turíbio Meireles, 60: uma cadeira de rodas adaptada.

As patas traseiras de Paquita tiveram paralisia após o animal ser atropelado por uma moto há cerca de seis anos. Desde então, ela se arrastava para poder se deslocar. José Turíbio, serralheiro e dono de um estacionamento, levou a cachorra em vários veterinários da região. "Eles diziam que era melhor sacrificar, que ela não ia mais conseguir andar. E eu disse: pois doutor, eu lhe provo como ela anda", relembra.
O serralheiro desenvolveu então um equipamento semelhante a uma cadeira de rodas, no qual Paquita fica com as patas traseiras suspensas. As rodas fazem com que o animal não se arraste mais pelas ruas.


A história de Paquita já era de superação. Ela foi encontrada por Alessandro, filho de José Turíbio, em uma lata de lixo. Anos depois, caiu de uma escada, de uma altura de mais de cinco metros, mas não sofreu nenhum arranhão. Em seguida, a cadela passou por uma gravidez de risco, mas sobreviveu. Após o atropelamento sofreu também com uma infecção urinária.
"Se dizem que gato tem sete vidas, a cadela Paquita tem, pelo menos, cinco", conta, aos risos, José Turíbio. "E a animação dela me impressiona. Nem parece ter essa idade toda."
Alessandro lembra que a cachorrinha também faz a segurança da família, já que avisa sobre a aproximação de estranhos no estacionamento. "Ela é muito inquieta, não quer ficar parada. É uma bênção nas nossas vidas", finaliza.

Instituto Nina Rosa - Projetos por amor à vida
Organização independente sem fins lucrativos