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domingo, 4 de setembro de 2011

DIVULGAÇÃO


Olá amigos, 
Quero indicar uma amiga psicóloga, que entre tantos conhecimentos que tem, destaco sua especialização em Psicologia Hospitalar. 
Hoje em dia, temos (infelizmente) ficado muito doentes, e nossos familiares também. Então, como lidar com as dores da alma? Procurando uma psicóloga que tenha essa especialização. Assim, nos ajudará a lidarmos com o processo de aceitação, da perda, etc. 
Abraços, 
Cristiane Moura
Psicopedagoga
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Dra. Andréa Ugeda
Psicóloga
CRP 06/59036
Rua Azevedo Soares, 1480 - Tatuapé - São Paulo - SP
CEP: 03322-001 - Fone: (11) 2295-0498 / 8331-4119
E-mail: andreaugeda@terra.com.br

Áreas de Atuação:
Especialização em Psicologia Hospitalar.
Atendimento e acompanhamento de pacientes oncológicos.
Acompanhamento do cuidador.
Tratamento de questões relacionadas à morte e ao processo de luto.
Atendimento psicoterapêutico de crianças, adolescentes e adultos.
Aconselhamento Psicológico.
Dificuldades de Relacionamentos (relação conjugal, mãe-filho, conflitos pessoais, etc).
Ludoterapia (psicoterapia infantil).
Avaliação Psicológica.
Terapia de casal.
Orientação de pais.
Depressão, Ansiedade, Timidez, Síndrome do Pânico, Transtorno Bipolar, etc.
Atendimento individual e grupo.

domingo, 28 de agosto de 2011

Relacionamento, mente e cérebro

Extraído de uma palestra realizada na Stanford University em Palo Alto, Califórnia, acerca da conexão Mente-Corpo.

O palestrante (Chefe da psiquiatria da Stanford) afirmou, entre outras coisas, que uma das melhores coisas que o homem pode fazer pela a sua saúde é estar casado com uma mulher. Já para a mulher, uma das
melhores coisas que ela pode fazer pela sua saúde é nutrir a sua relação com suas amigas. Na hora, todos os presentes deram risada, mas ele falava sério.

As mulheres se conectam de forma diferenciada e oferecem sistemas de apoio que ajudam a lidar com o estresse e experiências de vida adversas. Este tempo com as amigas nos ajuda a criar mais serotonina,
um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e que pode vir a criar um sentimento de bem estar geral.

As mulheres compartilham seus sentimentos e os homens muitas vezes formam suas relações a partir de suas atividades. Eles raramente sentam com um camarada e discutem como se sentem sobre determinadas
coisas ou sobre o andamento de sua vida pessoal.

Trabalho? Sim
Esporte? Sim.
Carros? Sim.
Pescar, Caçar, Golfe? Sim.
Seus sentimentos? Raramente.

As mulheres fazem isso o tempo todo. Nós compartilhamos a nossa alma com nossas amigas, irmãs/mães e evidentemente isso faz bem à nossa saúde.

O Professor palestrante disse que passar o tempo com um amigo é tão importante para a nossa saúde quanto o exercício físico. Existe uma tendência de se pensar que quando estamos nos exercitando estamos fazendo algo de bom para o nosso corpo, mas quando estamos com nossos amigos estamos 'jogando conversa fora' e desperdiçando nosso tempo, o que não é verdade.

Então, toda vez que vocês estiverem se divertindo na companhia de uma amigona se parabenize porque você está fazendo bem a sua saúde!

Nós somos muito, muito sortudas. Então vamos brindar nossa amizade com nossas amigas. Faz bem à saúde!

A verdadeira competência profissional



(Texto de Max Gehringer - CBN)

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.
Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito
networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma.
E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena? O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:... ELE ENTENDIA DE GENTE!
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
- “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo".
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um
expert e todo pintor comum, um gênio.
Essa era a principal competência dele.

"Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes".